Soneto do amor total

Vinícius de Moraes


Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade

Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude

6 comentários:

X5 disse...

Obrigado pelo destaque no blog =D

Sorte para a Tania ^-^

Geraldo disse...

Eterno Vinicius, como sempre um toque de genialidade em mais um dos seus poemas

Donizete disse...

São por estas matéria lindas e poéticas que você traz, valorizando nossos poetas que ofereço a você um selo de qualidade, passe lá e pegue no http://anjodeduascaras.blogspot.com

Sandra Geise Bortolato disse...

x5!

Você é e sempre será DESTAQUE.
Beijos.

Sandra Geise Bortolato disse...

Oi Geraldo!

Que bom que tenho parceiros nessa minha preferência por Vinícius.
Mil beijos.

Sandra Geise Bortolato disse...

Oi Donizete!

Valeu pelas palavras de carinho.
Muito obrigada e um forte abraço.
Vou pegar o selo com a maior honra.

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"Ah! se todo mundo fosse igual a você..."
Abraços

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