My way

Sempre penso se levamos a vida que queremos ou a vida que podemos, talvez os outros seres humanos sejam mais fortes que eu e consigam ter a vida que querem, do jeito que querem, eu não. Sempre vivi dentro daquilo que as possibilidades me permitiam e acho que não sou boa em criar as próprias possibilidades. Quanto mais eu vivo, mais vejo que, de vida, entendo muito pouco.
Quando a Lady Diana morreu, o Elton John, fez uma música para ela, que falava que a vida dela teria sido como um vela ao vento, onde a chama era levada pela vontade do vento. Quando eu ouvi aquilo eu me vi naquelas palavras, uma pessoa que tenha passado a vida levada pelas circunstâncias em que vivia.
Louise Hay diz que as pessoas fazem o melhor que podem com a inteligência e conhecimento que tem naquela fase da vida. Pode até ser errado, mas naquela circunstância é o que aquela pessoa sabe fazer. Acho que ela está certa e não digo que não me arrependa de coisas que fiz na vida, mas não me martirizo, pois sei que fiz o melhor que pude, sendo quem eu era em cada uma das épocas.
Errei, acertei, chorei, gargalhei, sofri, cresci, aprendi e tornei a errar, para depois acertar outra vez. Não sei se no acerto de contas eu ganhe ou perca, mas de uma coisa eu tenho certeza, posso não ter acertado, mas fiz com a minha marca, fiz do meu jeito, mesmo quando me coloquei a mercê do outro, era porque minha vontade assim me indicava. Não culpo ninguém pelos meus erros, mas não posso deixar de dizer que sempre fui abençoada por pessoas estimulantes nas minhas vitórias. Muitas dessas pessoas me magoaram profundamente e essas dores me fizeram ver um horizonte que eu não conhecia, despertou uma capacidade que até então eu não sabia possuir, ou, me fez corrigir defeitos que arruinariam a minha alma.
Não sei se mais errei ou mais acertei, o que importa é que fiz do meu jeito e é isso que faz a minha história, o meu jeito de ser.
Elvis não morreu, só voltou pro planeta dele.
Eu amo o Elvis.

1 Comentário:

Sissym disse...

Sandra,

Eu devo dizer que suas palavras combinam com minha trajetória também, adorei ter mencionado a música do E.John, embora seja meio que triste e bela ao mesmo tempo.

Fechou com chave de ouro escolhendo quem realmente tinha A VOZ. Tudo na voz dele era muito mais belo do que os demais que interpretaram.

Bjs

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